Oi, eu sou a Isabela. Sou medical writer: trabalho no ponto em que a evidência científica precisa virar texto que alguém consiga usar.
Esse alguém muda a cada projeto. Às vezes é um pesquisador submetendo um manuscrito. Às vezes é um avaliador de agência regulatória com trinta dossiês na fila. Às vezes é uma paciente recém-diagnosticada tentando entender o que o médico disse rápido demais. O rigor é o mesmo nos três casos — o que muda é a arquitetura da informação.
De onde eu venho
Vim da farmácia, com anos de atendimento direto ao público antes de migrar para a escrita. Foi ali que eu entendi o problema que me interessa até hoje: a informação existia, estava correta, estava publicada — e não chegava. O intervalo entre “publicado” e “compreendido” é onde eu trabalho.
Ciência que não é comunicada não deixa de ser ciência. Só deixa de ser útil.
Como eu trabalho
- Fonte antes de frase. Nenhuma afirmação entra sem referência rastreável.
- A incerteza fica. Quando a evidência é fraca, o texto diz que é fraca. Isso não enfraquece o material — é o que o torna confiável.
- O leitor define a forma. O mesmo dado vira parágrafo, tabela ou infográfico dependendo de quem vai decidir com ele.
- Boas práticas não são negociáveis. Autoria, financiamento e apoio editorial declarados, sempre.
Formação
Graduação em Farmácia e especialização em farmácia clínica, com formação continuada em escrita médica e boas práticas de publicação. Leio inglês técnico o dia inteiro e escrevo em português com a mesma exigência.
Quer conversar sobre um projeto? Me escreva — respondo em até três dias úteis.